Este retrato do Alexandre Weimer, criador do HJ Conference, foi feito cerca de dois meses antes da décima edição do evento — um marco de dez anos de visão, persistência e construção.
Eu quis que a fotografia falasse sobre isso: sobre o instante que antecede o feito.
A luz preenche todo o rosto, mas é nos olhos que ela encontra repouso.
É ali que a imagem se torna narrativa: o olhar de quem não apenas vê, mas enxerga — de quem sustenta uma ideia antes que o mundo perceba seu contorno.
O restante do rosto está levemente fora de foco, de forma intencional.
Não por descuido técnico, mas por escolha simbólica.
Representa tudo o que ainda está sendo gestado, o que ainda se move em direção ao novo.
As mãos apoiadas na cabeça não traduzem exaustão, e sim contenção criativa — o esforço silencioso de quem tenta segurar o fluxo de uma visão antes de transformá-la em ação.
Há algo de tenso e belo nesse gesto. É o retrato do criador no limiar entre o pensamento e o acontecimento.
O retrato, neste caso, não é um registro. É um ato simbólico: congelar o exato momento em que a ideia respira, antes de ganhar forma.
Dez edições depois, o HJ Conference é a prova de que toda grande realização começa com um olhar — e com a coragem de sustentar o invisível até que ele se torne realidade.
💡 E você — o que o seu olhar está construindo agora?
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